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Amostras - Jigs e Cabeçotes

 
 


 Jigs

Cabeçote onde se associa o chumbo ao anzol numa única unidade, com saia de filamentos de silicone. Cores únicas ou intercaladas. Todos são providos de anti-erva. Varia o formato e o peso do chumbo e o tamanho do anzol. Alguns possuem esferas - "rattles" - num compartimento para produzir som.

É habitual utilizarem-se com uma amostra de plástico mole como atrelado (minhoca, lagostim, atrelado de courato de porco (jig e porco),etc. Utilizam-se com canas de casting de acção média pesada ou pesada, desde 1,80 a 2,20 m, estas extensíveis e denominadas canas de flipping.

Exemplos: Rattling Football Jig, Bucktail Bass Jig, Bitsy Bug Jig, Stinger Jig, Rattling Pro-Model


(as imagens acima foram retiradas de sites de fabricantes ou revendedores)

 

Jig e minhoca Jig e Porco
   
 
Jig e lagostim Jig e Porco

 Atrelados para Jigs


Jigs e atrelados Keitech - distribuidos pela Protackles


     


Jig Heads (Cabeçotes)

Cabeçote onde se associa o chumbo ao anzol numa única unidade. Desprovidos de saia. Alguns são providos de anti-erva. Varia o formato e o peso do chumbo e o tamanho do anzol.

Exemplos:

 
Cabeçote XPS (com cabeça a imitar um peixe), cabeçote com anti-erva, Round Head com Skirt Grub



Football Head, Round Head e Darter Head.

 


Em zonas mais abertas, com fundos rochosos e pouca vegetação, pode animar-se o jig como se fosse uma amostra empatada à Texas, lentamente, com pequenos saltos pelo fundo, através de pequenos movimentos da ponteira. Não esquecer que quanto mais fundo pescamos, mais pequenos devem ser os movimentos da ponteira, pois 15 cm de deslocação da ponteira cá em cima, podem significar 1 ou 2 metros de deslocação da amostra lá em baixo, consoante a profundidade.

Normalmente, prefiro pescar com o jig de forma mais vertical (quando os achigãs se encontram perto de árvores, por exemplo) e nesta situação, eles atacam na primeira queda da amostra. É uma técnica extremamente produtiva e não necessita de qualquer tipo de animação, pois trata-se de um ataque reflexo na queda. Pode animar-se mais uma ou duas vezes quando o jig cai no fundo. Depois recolhe-se e lança-se para outro local.

Deve-se fazer o flipping ou o pitching para o local desejado e acompanhar a amostra na queda com o auxílio da cana mantendo a linha sempre em tensão.

O ataque é denunciado por um toque que se sente na cana (por vezes, produz um pequeno salto na linha) ou pela interrupção da queda da amostra a meio do trajecto. Em qualquer uma das situações deve-se ferrar energicamente para ultrapassar o anti-erva do jig. O jig fica normalmente sempre ferrado no céu da boca (mais uma razão para uma ferragem enérgica e com a cana adequada (Medium Heavy ou Heavy) - caso contrário, vemos o achigã libertar-se no primeiro salto.

Para finalizar, posso apenas dizer que é a amostra que já me permitiu capturar os meus maiores exemplares.

O jig com atrelados diversos é normalmente responsável por capturas de bom porte.
A da fotografia acima pesou 2,850Kg.

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